por Gabriela Rosa
Foi ao som de vaias e gritos de desaprovação que a Semana de Arte Moderna começou no dia 11 de fevereiro de 1922. Manuel Bandeira, logo na abertura da semana, recitou seu poema os sapos que diz assim “O meu verso é bom/ Frumento sem joio/Faço rimas com/ Consoantes de apoio”. Uma critica clara à ditadura dos versos parnasianos, valores artísticos do século XIX.
Mesmo com o estranhamento do público o movimento modernista continuou a expandir-se principalmente por causa da divulgação da Revista Antropofágica e Revista Klaxon. Quem encabeçou a transformação foi Mário de Andrade, o principal teórico do movimento e verdadeiro Líder. Sua influência foi imprescindível para a atuação de movimentos que prezavam pelo ufanismo como o Movimento Pau-Brasil, Grupo da Anta, Verde-Amarelismo e pelo Movimento Antropofágico.
O Modernismo é reflexo de uma necessidade dos artistas brasileiros de se verem refletidos na arte e nos padrões estéticos. Por isso, a produção de 1922 à 1930 se destaca pela desconstrução gratuita, ironia superficial e enorme confusão no plano de ideias. A ideia era instaurar o caos para, então, provocar nova construção.
E a revolução ocorreu. O desejo de mudança varreu o fazer artístico da pintura à literatura, passando pela música e escultura. Encabeçando esse movimento estavam os jovens boêmios paulistas, filhos da elite agrária paulista que conviviam com a modernidade da Europa. Por isso, se engana quem pensa que a revolução foi feita para o proletariado. O foco de toda a mudança era o jovem paulistano boêmio que reconhecia a mudança no mundo e percebia que o Brasil também tinha que mudar.
Amanhã o emLourdes continua falando sobre a Semana de Arte Moderna de 22. Confira os reflexos das mudanças provocadas pela revolução na literatura.
No dia 8 de maio, em evento para convidados, a MB Watches (Manoel Bernardes do BH Shopping - 4º piso) inaugurou o shop-in-shop da Omega e apresenta a linha Ladymatic em primeira mão ao público mineiro.
O espaço conta com mobiliário exclusivo e reproduz o design das boutiques Omega de todo o mundo. “É um prazer anunciar esta abertura ao lado de um parceiro tão importante quanto a Manoel Bernardes”, diz Rodrigo Scalon, diretor de operações da Omega no Brasil.
Segundo Manoel Bernardes, presidente da joalheria, a inauguração da shop-in-shop faz com que a marca, que é uma das mais importantes e conceituadas do mundo, tenha ainda mais destaque no país. “A Omega será a cronometrista oficial das Olimpíadas de Londres e também do Brasil, em 2016. Portanto, a nossa intenção é dar mais ênfase à marca mostrando sua técnica e alta qualidade”, afirma.
Para a inauguração a marca trouxe com exclusividade a sua mais nova linha de modelos femininos, a Ladymatic. Manoel acredita que esta coleção foi criada para responder ao desejo das mulheres de possuir relógios que se afirmam no mundo da moda. “Assim como a Omega, a intenção da Manoel Bernardes é dar mais espaço ao público feminino no mundo relojoeiro”, conta.
Manoel Bernardes Outono/Inverno
A coleção outono-inverno da joalheria Manoel Bernardes foi apresentada aos convidados três tendências, para a estação, Heritage, Nature e Conectividade. A coleção combinam arte, cultura e natureza, em peças exclusivas, atemporais e sofisticadas. A noite contou com o som do DJ Lu Gori e serviços do Meu Buffet na concessionária de carros importados Avant Garde. Muito luxo, originalidade e beleza, no mesmo lugar!!